SUSTENTABILIDADE

Na Fazenda Amaya a planta do chá, Camellia sinensis, é propagada a partir de sementes ou mudas, e muitas plantas continuam sendo colhidas após quase 100 anos desde seu plantio.

As culturas originadas de sementes têm sua primeira poda aos 2-3 anos de idade, ao atingirem 70 cm de altura. Com as plantas originárias de mudas, esse estágio é atingido depois de apenas um ano. Outras podas são feitas para a produção de uma planta frondosa, com muitos ramos. Quando esses brotos terminais são colhidos, isso estimula o crescimento de ramos laterais, os quais, por sua vez, são colhidos em colheitas posteriores.

Estes processos garantem a sustentabilidade das plantações de chá da Amaya Chás, sem agredir o meio ambiente, auxiliando o desenvolvimento sócio-econômico da região e produzido dentro dos padrões e normas de qualidade. Tudo isso para fornecer um produto de alta qualidade ao mercado brasileiro.

Biodiversidade

O Vale do Ribeira é uma belíssima região, destacada pela preservação de suas matas e por grande diversidade ecológica. Seus mais de 2,1 milhões de hectares de florestas de Mata Atlântica constituem a maior área contínua de um ecossistema do país, recebendo em 1999 o título da UNESCO de Patrimônio Natural da Humanidade.

A Fazenda Amaya próxima ao Rio Ribeira de Iguape (um dos poucos rios no Estado de São Paulo a ter como estuário o Oceano Atlântico), localizada em Registro (cidade ao nível do mar, com sol forte e névoa intensa devido à proximidade da Serra do Mar), acrescido de seu solo ácido, é o terroir perfeito para os chás da Amaya, inspirando a Família que busca uma forma de produção orgânica estável, ainda em estudos, para futuros produtos da empresa.

Legenda: Rendeira (Manacus manacus) no Bosque Jardim Zoológico Torazo Okamoto.